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Novo CER de Almenara promete transformar o atendimento a pessoas com deficiência no Vale do Jequitinhonha

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As obras do Centro Especializado em Reabilitação – CER III de Almenara seguem em ritmo acelerado e representam um importante passo na consolidação de políticas públicas voltadas à inclusão, acessibilidade e cuidado humanizado. Localizado no bairro Jardim, ao lado da Unidade Básica de Saúde (UBS), o novo equipamento público de saúde está sendo construído com uma estrutura moderna e totalmente adaptada para o atendimento de pessoas com deficiência.

O CER III será referência regional no atendimento e reabilitação de pessoas com deficiência física, intelectual e auditiva — incluindo autistas, cadeirantes e pessoas com deficiência auditiva. O centro contará com ambientes adaptados, equipamentos modernos e equipe multiprofissional qualificada, oferecendo acompanhamento contínuo e atendimento especializado em um único espaço.

De acordo com a Prefeitura de Almenara, a iniciativa é fruto de um investimento conjunto com o Governo Federal, que visa ampliar o acesso da população a serviços de saúde de qualidade, promover a autonomia das pessoas com deficiência e fortalecer as políticas de inclusão social em todo o Baixo Jequitinhonha.

Além dos benefícios diretos para os usuários do sistema público de saúde, o novo centro também gera empregos diretos e indiretos durante o período de construção e abrirá novas oportunidades de capacitação profissional para servidores e técnicos da rede municipal.

“A construção do CER III simboliza mais do que uma obra de infraestrutura. É um compromisso com a dignidade, a inclusão e o cuidado com as pessoas”, destaca a administração municipal.

Com o avanço das obras, Almenara se prepara para receber um dos centros de reabilitação mais modernos do estado, consolidando seu papel como polo regional de saúde e referência em cuidado humanizado. O novo CER III reforça o compromisso do município em oferecer serviços públicos acessíveis e de qualidade, promovendo transformações concretas na vida das pessoas e fortalecendo as bases de uma cidade mais justa e inclusiva.
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Mucuri: Professor Mattoso e Lucas Campos, em disputa por títulos na maior competição de Jiu-Jitsu da Bahia

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No próximo final de semana, dias 25 e 26 de outubro, o calendário esportivo baiano será dominado pelo OPEN Salvador Spring – No-Gi e Kids 2025. Considerada a maior competição de Jiu-Jitsu do estado, o evento não apenas movimenta a capital, mas lança luz sobre o trabalho realizado em municípios do interior, como Mucuri. Do município saem dois nomes de peso: os jiujiteiros José Carlos Mattoso e Lucas Campos, ambos faixas-pretas da equipe Jiujikan de Itabatan.

A participação da dupla no OPEN Salvador, que conta com o apoio do Governo do Estado da Bahia via Sudesb/Setre, eleva o nome de Mucuri no cenário do jiu-jitsu. Mas, para além da vitrine, a jornada de Mattoso e Campos simboliza a resiliência do esporte de base, muitas vezes invisível fora dos grandes centros.

Os atletas representam a categoria Master, composta por competidores experientes. Lucas Campos, faixa-preta Master 1, enfrentará a divisão Meio-Pesado (até 88,30 kg). Já o Professor José Carlos Mattoso, também faixa-preta e Master 4, encarará os desafios da categoria Pesadíssimo (acima de 110 kg). A experiência da dupla é um ativo valioso que transcende o tatame. Em Mucuri, ambos são referências na prática e no ensino, mostrando que a dedicação exigida pela luta se traduz em frutos sociais concretos.

A competição, organizada por grandes entidades como a International BJJ Inc, International Brazilian Jiu-Jitsu Federation e Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu, tem o respaldo do Governo Estadual, uma chancela importante para a visibilidade do esporte. A participação de Mattoso e Campos no OPEN Salvador 2025 é um fato a ser celebrado. Mais do que medalhas, a dupla de Mucuri carrega a responsabilidade de manter viva a chama do esporte no interior, provando que o talento e a disciplina da Bahia interiorana têm lugar garantido no pódio nacional.
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São Mateus busca R$ 200 mi para pacote de obras que gera emprego e qualidade de vida

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A Prefeitura de São Mateus deu um passo decisivo em seu planejamento de longo prazo ao apresentar à Câmara Municipal o projeto de lei que autoriza uma operação de crédito de até R$ 200 milhões. O valor é o motor de um extenso programa que visa impulsionar o desenvolvimento, a geração de empregos e a melhoria da qualidade de vida dos mateenses.

O pacote de investimentos, considerado o maior da gestão, abrange frentes estratégicas da cidade, incluindo infraestrutura, saneamento, mobilidade, urbanização, esporte, lazer e turismo. A lista de obras é ambiciosa e responde a demandas históricas da população.

Entre os projetos de maior visibilidade estão a construção da nova Praça Central de Guriri, a revitalização do Mercado Municipal, a implantação de novas ciclovias e a pavimentação de diversos bairros. A melhoria da infraestrutura de acesso, com os novos portais da cidade, também está no escopo, fortalecendo a vocação turística de São Mateus.

Embora trate de um empréstimo, a gestão destaca que a operação de crédito está ancorada em preceitos de responsabilidade fiscal e planejamento orçamentário. A escolha por essa modalidade de financiamento permite realizar obras de grande porte em um prazo mais curto, capitalizando a cidade sem comprometer a saúde financeira do município.

Um dos pontos de maior relevância do pacote é o investimento em saneamento, com a previsão de um novo ponto de captação de água. O projeto visa aprimorar a segurança hídrica, uma ação estrutural que beneficia diretamente a saúde pública e a qualidade de vida. Investir em infraestrutura básica, como água e saneamento, é o alicerce para qualquer desenvolvimento sustentável. A movimentação mostra que quando bem planejada, uma operação de crédito robusta priorizando obras, podem trazer retorno social e econômico a longo prazo.

O impacto da injeção de R$ 200 milhões será sentido na economia local. A execução das obras deve promover uma significativa geração de empregos diretos e indiretos no setor da construção civil e serviços relacionados. Para o setor de material de construção, a notícia é um sinal de aquecimento. Uma vez que um pacote de obras desse tamanho movimenta toda a cadeia produtiva da cidade. É investimento em tijolo, em cimento e, principalmente, na renda do trabalhador.

O projeto de lei já está em análise na Câmara e, após aprovado, permitirá à Prefeitura dar início aos trâmites para a contratação do crédito e o lançamento dos editais de licitação. O pacote de obras reafirma o compromisso de São Mateus com o futuro, equilibrando o avanço na infraestrutura urbana com o cuidado e a disciplina no uso dos recursos públicos.
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Teixeira de Freitas: Escola moderna vai fortalecer educação rural no Córrego do Mutum

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A comunidade do Córrego do Mutum, na zona rural de Teixeira de Freitas, está prestes a receber um importante marco para o seu desenvolvimento social e educacional. A Prefeitura iniciou a construção de uma escola moderna e acolhedora, projetada para ampliar e fortalecer o acesso à educação de qualidade no campo.

Com 235m² de área construída, o novo espaço educacional foi planejado para oferecer conforto, funcionalidade e inclusão, atendendo plenamente às necessidades de alunos e servidores. A estrutura contará com três salas de aula amplas, além de diretoria, sala administrativa, pátio/refeitório, cozinha, lavanderia, despensa e banheiro acessível (PCD). O projeto ainda prevê cobertura em telha sobre laje, uma técnica que proporciona maior conforto térmico e garante mais durabilidade à edificação.

O projeto da escola vai além da função educativa. A obra inclui a instalação de um chafariz de uso comunitário, um recurso que beneficiará diretamente tanto a escola quanto os moradores do entorno. Essa iniciativa reforça a visão da gestão em criar um espaço de integração social e vínculo para toda a comunidade. A nova unidade educacional no Córrego do Mutum está sendo planejada para ser um verdadeiro ponto de apoio e desenvolvimento local.
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Linhares: Cacau Fest premia a excelência e consagra maior concurso de qualidade do Espírito Santo

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A celebração da excelência do cacau capixaba teve seu ponto alto na noite de quinta-feira (16), durante o Cacau Fest. O palco da 9ª edição do Concurso de Qualidade de Amêndoas de Cacau Capixaba coroou a produtora rural Ana Cláudia Milanez Rigoni, de Linhares, como a grande vencedora. Sua Fazenda Guarani, no distrito de Bebedouro, já com histórico de prêmios internacionais, conquistou o 1º lugar na categoria “Linhares” com a nota 7,65.

O reconhecimento veio acompanhado de troféu, certificado e um prêmio em dinheiro de R$ 5 mil, além do título de Destaque Estadual. O resultado mostra que a cacauicultura do Espírito Santo caminha para a produção de amêndoas de alta qualidade, avaliadas por critérios rigorosos e internacionais pela comissão do Centro de Inovação do Cacau (CIC), da Bahia.

A vitória de Ana Cláudia Rigoni e o 1º lugar na categoria “Demais municípios do Espírito Santo” de Leandro Giacomin Carlesso, de João Neiva (nota 7,15, que também levou R$ 5 mil), destacam a capacidade técnica dos produtores. No total, 36 amostras passaram pela avaliação, demonstrando um nicho produtivo focado na qualidade premium.

A 9ª edição do Concurso de Qualidade de Amêndoas Capixaba celebra o talento de Ana Cláudia e os demais produtores, como Aricelda Trevizani e José Carlos de Oliveira Neres, que também se destacaram. O evento contou com a presença de diversas autoridades, como o secretário estadual de Agricultura, Ênio Bergoli, o prefeito de Linhares, Lucas Scaramussa, e o superintendente do Ministério da Agricultura no ES, Guilherme Gomes de Souza. O discurso unificado ressaltou a importância econômica, social e ambiental da cacauicultura capixaba.
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BA: Com R$ 5,4 Bi de investimentos o VLT de Salvador recebe autorização final do controle digital e avança a próxima fase

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A máquina do maior projeto de mobilidade de Salvador, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), acaba de receber uma peça crucial para sua conclusão. Com $40\%$ do primeiro trecho (Calçada-Ilha de São João) concluído, o Governo da Bahia e a União autorizaram nesta sexta-feira (17) a convocação da empresa que instalará os sistemas de telecomunicações, sinalização e controle do modal. A canetada, dada pelo governador Jerônimo Rodrigues e pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, no canteiro de obras da Calçada, marca a entrada do projeto em sua fase final, mirando o início dos testes ainda este ano.

Com investimento total de R$ 5,4 bilhões, a obra, executada pela Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB/Sedur), emprega hoje mais de dois mil trabalhadores. A chegada dos sistemas digitais é um passo técnico fundamental para a operação segura e eficiente do VLT, que ligará a Calçada a Ilha de São João (Lote 1) e Paripe a Águas Claras (Lote 2, com $20\%$ de avanço). A promessa é de uma “transformação” no Subúrbio Ferroviário e na Cidade Baixa, regiões tidas como historicamente carentes de infraestrutura moderna.

O projeto é apresentado como um marco na liderança baiana em investimentos públicos. “Salvador se coloca como uma cidade moderna, com metrô, com o VLT e, em breve, com a Ponte Salvador-Itaparica. São obras que transformam o cotidiano e fortalecem a economia local”, afirmou o governador Jerônimo, ressaltando o VLT como parte de um pacote maior, que inclui a requalificação da Feira de São Joaquim e a macrodrenagem.

Mas o impacto do VLT vai além do concreto. Rui Costa destacou a articulação entre os governos e a prioridade na integração social, mencionando que a Bahia se mantém como um dos poucos estados com tarifa única, modelo que subsidia e permite o uso combinado de metrô, ônibus e VLT com uma só passagem. A política de mobilidade urbana é clara: garantir o acesso da população de baixa renda, permitindo deslocamento com “conforto e dignidade”, segundo o ministro.

O impulso tecnológico do projeto não é apenas retórico. O consórcio responsável pelos sistemas já negocia com a chinesa CRRC, gigante mundial em tecnologia ferroviária. O empresário Márcio Mizukami confirmou a visita de uma comitiva chinesa a Salvador para avaliar futuras parcerias, especialmente em sinalização e controle. A busca por expertise internacional visa garantir o nível técnico e a segurança da nova rede.

No nível do asfalto, a obra movimenta a economia local. Bianca Oliveira, pedreira de 27 anos, encontrou no VLT uma nova estabilidade profissional após sete meses de trabalho no canteiro: “Com o VLT e outras obras, não está muito complicado achar trabalho não. Eu gosto do que faço e estou buscando melhorar a cada dia”.

A expectativa se traduz em comodidade para quem vive do comércio local. Jean dos Santos Silva, que vende acarajé no Lobato e depende da Feira de São Joaquim para insumos, resume a necessidade do novo transporte: “É muito trabalho para ir até o comércio comprar as coisas, o transporte é ruim. Com o VLT, vai ser melhor para todo mundo, para o comércio e para quem vive do trabalho”.

O aval para a etapa final do controle digital é o recado: a obra avança em ritmo acelerado, mas o desafio agora é manter o cronograma e, principalmente, assegurar que a prometida integração de fato beneficie quem está na ponta – transformando bilhões em obras em dignidade cotidiana para o Subúrbio e a Cidade Baixa. Se o investimento em infraestrutura coloca a Bahia no mapa, a gestão da tarifa única será o termômetro de seu real impacto social.
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ES: Obras de R$ 22 milhões em Marataízes. O asfalto chega, a demanda fica

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Marataízes, a “pérola do sul” capixaba, está no centro de um turbilhão de obras que somam mais de R$ 22 milhões em infraestrutura urbana. Nesta quinta-feira (16), a cidade inaugurou a primeira etapa das intervenções no bairro Esplanada II e, no mesmo ato, assinou o convênio para a segunda fase, que promete pavimentar ruas em Alvorada, Baixa Bonita e Portal Verde. O pacote busca resolver um problema crônico em cidades litorâneas: a falta de urbanização em áreas de expansão.

O governador Renato Casagrande, durante a agenda, fez questão de ressaltar a marca do Estado, que se apresenta como o que mais investe em infraestrutura do país em relação à sua Receita Corrente Líquida. “A cidade de Marataízes está passando por uma verdadeira transformação nos últimos anos,” pontuou o governador, citando a nova orla e a urbanização da Lagoa do Meio.

A primeira fase, no Esplanada II, consumiu R$ 8,3 milhões para entregar 13.432 metros quadrados de pavimentação em blocos de concreto, além de 6.651 metros quadrados de calçadas e drenagem. A obra beneficia diretamente cerca de $38.883$ habitantes.

Para o secretário de Estado de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Marcos Soares, a entrega vai além do material: “representam dignidade, segurança e mobilidade para a população.”

A segunda etapa do investimento, que totaliza R$ 13,9 milhões, é o que mantém o ritmo da transformação, estendendo o concreto para mais $22.011$ metros quadrados de ruas. A escolha do bloco de concreto, apesar de menos vistoso que o asfalto, é uma solução de custo-benefício para cidades com subsolo arenoso, mas exige manutenção constante para evitar o desnível.

A comitiva governamental, porém, notou que cada inauguração gera uma nova lista de necessidades. Ao visitar a Lagoa Funda, o próprio governador reconheceu: “Quando um governo tem entrega, sempre haverá mais pedidos… Já assinamos hoje a pavimentação de ruas em mais bairros”.

A demanda não é apenas por ruas. No mesmo dia, foram assinados repasses que somam R$ 5 milhões para a reforma e ampliação do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Ayd Miguel Sad, prometendo a criação de cerca de 300 novas vagas na educação infantil – um alívio em uma área de grande pressão social. Além disso, mais de R$ 1 milhão será destinado à aquisição de mobiliário escolar e R$ 1 milhão para obras em Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Para o secretário de Educação, Vitor de Angelo, a medida “reforça nosso objetivo de oferecer uma educação pública de qualidade, com espaços adequados e acolhedores”. Marataízes ainda está contemplada com a construção de uma nova UBS em Praia dos Cações, em um investimento de R$ 2,15 milhões que integra o Plano Decenal APS +10 do Estado.

O volume de obras em infraestrutura urbana é inegável, movimentando a máquina pública e a economia local. Contudo, em uma cidade que vive entre o turismo sazonal e a carência histórica, a inauguração de hoje coloca o foco no desafio de amanhã: garantir que o ritmo não caia e que os investimentos continuem a equilibrar a vitrine turística com o bem-estar permanente dos moradores. Os R$ 22 milhões são um ponto de partida, não um ponto final.
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Prado: Glamour e sabores marcaram a ativação do 19º festival gastronômico e cultural

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Até o próximo dia 19 de outubro, 61 estabelecimentos — do centro aos distritos de Corumbau, Guaratiba e Cumuruxatiba — apresentam criações únicas inspiradas no tema “Colhido no Campo, Escolhido na Feira”. São pratos que celebram a agricultura familiar e a alma da gastronomia pradense, nas categorias Prato Principal, Petiscos, Lanches, Pizzas, Sobremesas e Drinks.

Com apoio do Sebrae, Senac, Aprhope e da Prefeitura de Prado, o festival une turismo, sustentabilidade e inovação — mostrando que comer bem também é valorizar quem produz.

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Mucuri chega aos 256 anos entre tradição, fé e o desafio de se reinventar

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O município de Mucuri completou, nesta quinta-feira (10), 256 anos de emancipação político-administrativa. Entre o som das homenagens oficiais e o orgulho popular, o aniversário da cidade  é também um convite à reflexão: o quanto da sua história ainda inspira o futuro?

A emancipação veio em 10 de outubro de 1769, consolidada pela Carta Régia de 1755, tornando o município um dos mais antigos do estado. Já o reconhecimento definitivo como cidade emancipada ocorreu em 1931, durante a Era Vargas — um marco que substituiu os antigos intendentes pelos primeiros prefeitos eleitos pelo voto popular.

Mais do que uma data, os 256 anos representam a persistência de uma cidade que cresceu entre o litoral e o campo, equilibrando tradição e modernidade. O prefeito Roberto Carlos Figueiredo Costa, o Robertinho (UB), que governa Mucuri pela quarta vez, destacou em discurso a importância do legado histórico e do papel do cidadão mucuriense na construção de uma cidade mais justa e participativa.

“Almejo que cada munícipe seja um ponto de apoio na constante construção de uma Mucuri melhor, que através de valores sólidos ajudem a preparar nossas crianças e jovens para este processo contínuo de transformação”, declarou.

Segundo o gestor, o aniversário também reforça o sentimento de pertencimento e esperança coletiva. “Somos nós que fazemos o amanhã, e a nossa perseverança é a luz que ilumina o caminho rumo a uma Mucuri mais justa e cidadã”, completou.

O discurso de Robertinho reflete o tom das celebrações deste ano: mais do que festejar o passado, a proposta é reafirmar o compromisso com o futuro — um equilíbrio entre progresso e identidade, crescimento e humanidade.

“Desejo um feliz aniversário à nossa querida Mucuri! Manifesto o meu orgulho de ser cidadão mucuriense. Mucuri é uma terra abençoada, de belezas naturais, histórias incomparáveis e gente acolhedora. Divido essa alegria com todos os que amam e defendem esta terra”, afirmou o prefeito.

Entre discursos e comemorações, Mucuri celebra não apenas sua longevidade, mas a capacidade de resistir e se adaptar — como toda cidade que nasceu da mistura entre o esforço humano e a força da natureza. Aos 256 anos, Mucuri olha para o passado com respeito e para o futuro com apetite de quem sabe que sua história ainda está sendo escrita — de forma coletiva, plural e resiliente.

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Teófilo Otoni: Prefeito “Coroné” ataca novamente e segura R$ 15 milhões do Hospital Bom Samaritano, asfixiando as finanças da entidade

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O Hospital Bom Samaritano, referência em atendimento oncológico no Vale do Mucuri, vive uma crise que não é técnica nem médica — é política. Apesar de ter recebido R$ 8 milhões do Ministério da Saúde e outras emendas parlamentares, a Prefeitura de Teófilo Otoni mantém R$ 15 milhões parados em caixa, valores que, segundo determinações judiciais, pertencem ao hospital.

A retenção do recurso levou o Ministério Público a acionar a Justiça, que já ajuizou o caso e impôs multa ao município pelo atraso no repasse. Mesmo assim, o impasse persiste, colocando em risco a manutenção dos serviços e o pagamento de profissionais que atuam diretamente no tratamento de pacientes com câncer.

“Se esse dinheiro não for repassado, o hospital não terá condições de honrar a folha de pagamento nem de comprar medicamentos”, alertou um representante da direção do Bom Samaritano, que vê no bloqueio “um descaso que pode custar vidas”.

Enquanto o Hospital Bom Samaritano cumpre seu papel de garantir atendimento a quem mais precisa, a Prefeitura de Teófilo Otoni enfrenta críticas pela lentidão e falta de transparência nos repasses. “O Ministério Público já notificou, a Justiça já determinou, há multa fixada — e mesmo assim o repasse não aconteceu”, reforçou o mesmo representante.

A decisão liminar do Poder Judiciário de Teófilo Otoni determinou que o município efetue o repasse imediatamente, sob pena de multa pessoal ao gestor responsável. Até o momento, no entanto, o hospital segue sem receber os valores, e a tensão cresce entre funcionários e pacientes. Para a comunidade médica, o caso é emblemático: quando o dinheiro da saúde é retido, quem paga é o paciente.

Enquanto o impasse jurídico se arrasta, o Bom Samaritano tenta manter o atendimento com recursos próprios e doações emergenciais. Mas a conta não fecha. Sem repasses, o risco é real: interrupção de serviços essenciais e demissões.

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São Mateus: Município decreta situação de emergência por causa de sal no Rio Cricaré

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“A água no ponto de captação do SAAE, no bairro Porto, superou o limite de 250 mg/L de cloreto de sódio.” O dado, apontado por estudo do Centro Universitário Norte do Espírito Santo (CEUNES/UFES), foi o estopim para que a Prefeitura de São Mateus decretasse Situação de Emergência em todo o município nesta quarta-feira (8 de outubro de 2025). O motivo é o avanço da chamada cunha salina no Rio Cricaré, comprometendo o abastecimento público.

A medida não é burocrática; ela reflete um problema grave e imediato, sentido no cotidiano da cidade: a baixa vazão do rio e a intrusão de água salgada estão elevando a salinidade a níveis que ultrapassam o padrão de potabilidade estabelecido pelo Ministério da Saúde. Na prática, a captação de água precisará ser paralisada, especialmente nos períodos de maré alta, elevando o risco de desabastecimento geral.

Para enfrentar o problema, o Decreto nº 18.193/2025 mobiliza todos os órgãos municipais e cria um Comitê de Gestão da Crise Hídrica, que inclui representantes da Defesa Civil, SAAE e até do CEUNES/UFES.

A ação mais sentida pela população é a proibição de usos não essenciais de água da rede pública. Isso significa que, a partir de agora, lavar carro, calçada ou fachada com mangueira, irrigar jardins ou gramados, ou umedecer vias públicas está vetado. A prioridade é absoluta: consumo humano, preparo de alimentos e higiene pessoal.

Além disso, a lei autoriza a Defesa Civil a usar bens particulares em casos de extrema necessidade para proteger a população, garantindo indenização posterior. Para a resposta ser rápida, também ficam dispensadas licitações para aquisição de bens e serviços diretamente ligados à emergência, desde que os contratos não ultrapassem 180 dias.

A resposta da Prefeitura é urgente, mas especialistas apontam para a necessidade de um olhar de longo prazo. “A crise da água salinizada é um sintoma complexo. Não é apenas uma questão de maré ou falta de chuva,” explica a bióloga e consultora em gestão de recursos hídricos, Patrícia Neves, que acompanha a Bacia do Cricaré. “O uso intensivo da água na agricultura e as alterações na paisagem da bacia potencializam a vulnerabilidade do rio. A proibição do uso não essencial é crucial agora, mas a solução definitiva passa por planejamento de uso em toda a região e por ações que garantam o volume mínimo do rio, mesmo em períodos de seca.”

O Comitê de Gestão da Crise Hídrica tem a missão de integrar decisões técnicas e operacionais e deverá ser o canal de comunicação para a população, que agora entra em modo de economia forçada. A mobilização imediata é um reconhecimento da gravidade da situação em São Mateus. O decreto tenta mitigar o dano, mas aponta para uma reflexão maior: o sucesso de amanhã na gestão de água depende das decisões estruturais tomadas hoje, para além do estado de emergência.

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Linhares: Quase meio milhão em reformas e  quadra entregue antes do prazo é comemorado pela população

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“É uma alegria imensa ver o sorriso dos alunos ao receber esse espaço renovado.” A frase da secretária municipal de Educação de Linhares, Rosinéia Bergamaschi, resume o sentimento após a entrega antecipada da quadra poliesportiva da Escola Maria da Penha Pazito Ventura nesta quarta-feira (8). A euforia dos estudantes tem motivo: a reforma completa do espaço de esportes, lazer e prática pedagógica custou R$ 401.447,58 e foi finalizada antes do prazo contratual.

O canteiro de obras na Escola Maria da Penha virou um espaço moderno, seguro e, segundo a gestão municipal, acolhedor. A reforma escolar não se limitou à quadra: foram realizadas adequações de prevenção e combate a incêndio, construção de uma passarela coberta e instalação de para-raios. Na quadra, houve lixamento, nova pintura, substituição de telhas e instalação de equipamentos esportivos novos, como traves e cestas.

A empresa DN Construções, Topografia e Consultoria Ltda. iniciou o serviço em 16 de julho, com 120 dias de prazo – o que levaria a entrega até 13 de novembro. A conclusão adiantada, um diferencial em obras públicas, foi destacada pelo prefeito Lucas Scaramussa (que deu a ordem de serviço) e pelo secretário de Obras, Saulo Deambrozi, como prova de “eficiência e agilidade”. A entrega antecipada, celebrada pela comunidade escolar e pela gestão de Linhares, cumpre o objetivo imediato de oferecer um espaço físico de qualidade superior.

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Almenara: 1ª Feira de Saúde contemplou quem mais precisa de um cuidado de perto

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Um sábado que poderia passar despercebido no calendário da saúde pública virou ponto de encontro entre o sistema e quem mais precisa dele. Em Almenara, a 1ª Feira de Saúde reuniu centenas de moradores em um espaço onde o cuidado, por algumas horas, esteve literalmente ao alcance das mãos.

Organizada pela Prefeitura de Almenara, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, a iniciativa ofereceu consultas, vacinação, exames rápidos, aferição de pressão e testes de glicemia, além de orientações sobre prevenção e qualidade de vida. Um formato simples, mas eficaz — e que deveria ser rotina, não exceção.

“A proposta é fazer a saúde chegar onde o povo está, de forma prática, humanizada e sem burocracia”, explicou uma das coordenadoras da ação, destacando que o foco foi “aproximar os serviços e reforçar a importância da prevenção”.

O sucesso de público da feira revelou um dado silencioso: a carência por acesso rápido e humano aos serviços básicos de saúde. Famílias inteiras passaram o dia circulando entre estandes e profissionais, em busca de atendimento que, em muitos casos, demora meses para acontecer nas unidades regulares.

Ainda assim, a feira foi um sopro de esperança. Mostrou que o SUS funciona quando é levado a sério — e que o cuidado, quando humanizado, tem poder transformador. A 1ª Feira de Saúde de Almenara foi mais do que um dia de atendimentos: foi um lembrete de que a prevenção precisa deixar de ser um projeto pontual para se tornar política permanente.

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Estudantes de Mucuri transformam a Independência da Bahia em versos de cordel

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Uma manhã de autógrafos, poesia rimada e história revisitada movimentou a rede pública de ensino em Mucuri no último dia 24 de setembro. Longe do clima protocolar das solenidades escolares, o que se viu foi um mergulho criativo no passado: alunos do 8º ano da Escola Municipal Deputado Federal Luís Eduardo Magalhães recontaram a luta pela Independência da Bahia em forma de cordel.

Sob orientação dos professores Janainna Alves, Ivan Dias e Andressa Bartasson, o projeto “História e Poesia: O 2 de Julho em Cordel” levou os estudantes a recriar os eventos de 1823 em versos populares. A proposta não ficou apenas no papel: culminou em uma manhã de autógrafos, com direito à presença do secretário municipal de Educação, professor Dalmo Costa, e à leitura pública dos cordéis produzidos.

“Essa data representa um marco fundamental na consolidação da Independência do Brasil, sendo especialmente significativa para o povo baiano, que protagonizou uma resistência popular contra as tropas portuguesas mesmo após a proclamação da independência em 1822”, destacou o diretor da escola, José Hilton Tarlher do Rosário.

Mais do que decorar nomes de heróis ou datas históricas, os alunos foram convidados a interpretar contextos sociais, entender ideais de liberdade e resistência e, sobretudo, experimentar a criação literária como ferramenta de aprendizado. O cordel, tradicionalmente usado para narrar lendas, críticas e fatos históricos, funcionou como ponte entre a oralidade nordestina e a história oficial.

Para a estudante Júlia Santos, de 14 anos, que participou do projeto, a experiência foi marcante: “Nunca pensei que pudesse aprender história escrevendo poesia. A gente se sente parte dessa luta, como se estivesse lá.”

Ao final, ficou a sensação de que o 2 de Julho não é apenas um feriado distante no calendário cívico da Bahia, mas um convite à resistência criativa. Em tempos em que a escola pública é pressionada por resultados padronizados, iniciativas como essa lembram que educar também é dar voz — e verso — à história contada pelos próprios alunos.

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São Mateus aposta na “Rota das Especiarias” para transformar turismo rural em motor econômico

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Na última quarta-feira (24), o auditório da Superintendência de Educação de São Mateus se tornou palco de um movimento que promete mexer com a economia local: a apresentação oficial do projeto Rota das Especiarias. A iniciativa reúne produtores rurais, entidades de apoio e autoridades municipais em torno de um objetivo ambicioso — transformar o turismo rural em alternativa concreta de renda e valorização cultural no norte do Espírito Santo.

O projeto nasceu da articulação do comitê gestor formado pela Associação Agricultura Forte, Senar, Sebrae, Incaper, Sindicato Rural e prefeitura. O evento contou ainda com a presença de representantes do Banco do Nordeste, Banco Sicredi, Ifes e do historiador Eliezer Nardoto, que trouxe contexto histórico sobre o potencial simbólico da iniciativa.

Para além das falas protocolares, o encontro abriu espaço para uma questão central: como preparar propriedades rurais para receber visitantes sem que o turismo se torne apenas mais uma promessa de desenvolvimento? Segundo Edson Bissaro, secretário de Agricultura do município, o projeto pode consolidar uma “nova frente econômica para São Mateus, valorizando quem já está no campo e ampliando as oportunidades para a juventude rural”.

Produtores que participaram da reunião enxergam com otimismo, mas também com cautela. Maria das Graças Ferreira, agricultora da região, destacou que “o turismo pode trazer renda, mas precisa respeitar nossa rotina de produção. A gente não pode virar atração de fim de semana e esquecer que o campo também tem trabalho pesado todos os dias”.

A Rota das Especiarias se inspira em modelos de rotas turísticas já consolidados em outras regiões do país. O diferencial está em conectar a identidade local — marcada pela agricultura, pela pesca e pela tradição culinária — a um turismo de experiência que valorize o cotidiano do campo.

O comitê gestor não esconde que o desafio é longo. “Ainda há muito a ser construído, mas estamos convencidos de que o turismo rural representa desenvolvimento, oportunidades e valorização para quem vive e produz no campo”, afirmou a Associação Agricultura Forte.

O que está em jogo é mais do que um roteiro turístico: é a tentativa de transformar o interior de São Mateus em destino de experiência cultural e motor econômico regional. Um caminho que, se bem pavimentado, pode fazer da agricultura familiar não só provedora de alimentos, mas também guardiã da memória e da identidade capixaba.

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Teixeira de Freitas: Hospital Municipal Sagrada Família completa um ano com 4,5 mil partos e pressão crescente por mais estrutura

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Um ano, 4.500 partos e uma rotina que já parece de décadas. O Hospital Municipal Sagrada Família (HMSF), inaugurado há apenas 12 meses, consolidou-se como referência materno-infantil no município — e também como símbolo de uma saúde pública sob permanente teste de resistência.

Desde a abertura, a unidade contabiliza mais de 67 mil atendimentos em pediatria e 21 mil em obstetrícia, além de 2 mil internações pediátricas. Só a UTI neonatal já acolheu 370 recém-nascidos em estado crítico. No último 18 de setembro, a marca impressionou: 29 partos realizados em um único dia.

Para a gestão municipal, os números comprovam a importância da estrutura. “O hospital nasceu para humanizar o atendimento e já transformou a vida de muitas famílias”, afirma a direção da unidade. O discurso, no entanto, convive com a realidade de pressão crescente: alta demanda, limitação orçamentária e a necessidade de manter equipes em funcionamento pleno.

Usuárias também sentem o peso da lotação. A dona de casa Cláudia Souza, que deu à luz no hospital, reconhece o cuidado recebido, mas alerta: “Fui bem atendida, mas percebi que os corredores estavam sempre cheios. A gente fica com medo de faltar espaço”.

A experiência de um ano do HMSF expõe tanto conquistas quanto dilemas da saúde pública: como expandir acesso sem perder qualidade, como garantir acolhimento em um sistema que opera no limite e como evitar que números virem propaganda enquanto profissionais e pacientes sentem o peso da realidade.

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Linhares: Crianças  viram “motoristas e pedestres” em minicidade para aprender regras de trânsito

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Na segunda-feira (29), o pátio do CMEI e Ensino Fundamental Tempo Integral Palmital, em Linhares, virou uma verdadeira minicidade: ruas, semáforos, carrinhos e até pedestres em miniatura. Mas não era festa infantil — era aula séria sobre trânsito.

A atividade fez parte da Semana Nacional de Trânsito, com a instalação do circuito Transitôlandia, onde os alunos aprenderam, de forma prática e divertida, a atravessar na faixa, respeitar sinais luminosos e compreender que segurança não é apenas responsabilidade de motoristas, mas também de pedestres.

“Desde já, os estudantes se tornam agentes socializadores de boas práticas no trânsito”, avaliou Aluir Carlos Nunes Barbosa, diretor do Departamento Municipal de Trânsito, destacando que o aprendizado ultrapassa os muros da escola e reverbera nas famílias.

Na simulação, as crianças assumiam papéis diferentes: algumas vestiam carrinhos e precisavam parar para a travessia, enquanto outras representavam pedestres que só poderiam seguir quando o sinal estivesse aberto. A experiência arrancou sorrisos, mas também plantou noções de cidadania que dificilmente se apagam.

Para a diretora do CMEIEFTI Palmital, Mayara Viana, a estratégia funcionou porque rompeu com a didática tradicional: “Falar sobre segurança no trânsito assim, de uma forma tão lúdica, foi uma experiência muito positiva e gratificante, pois vemos o brilho nos olhos de cada aluno”.

A Transitôlandia agora segue itinerante: a próxima parada será no CEIM Agnelo Guimarães, no bairro Colina, nesta quarta-feira (1º). A ideia é ampliar o alcance da mensagem de segurança e envolver cada vez mais escolas da rede.

Em uma cidade marcada por índices preocupantes de acidentes, ensinar crianças sobre o uso do cinto, da cadeirinha e do respeito à faixa de pedestres não é apenas atividade pedagógica — é uma provocação direta aos adultos que ainda insistem em ignorar regras básicas. No fim, talvez sejam justamente os pequenos que vão cobrar dos maiores mais responsabilidade nas ruas.

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São Mateus: Festa de 481 anos terá Amado Batista, Calcinha Preta e um mega rodeio

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O Parque de Exposições de São Mateus, no norte do Espírito Santo, se prepara para receber a Expo Agro 2025 – Festa Agropecuária, em comemoração aos 481 anos do município. O evento, que vai de 18 a 21 de setembro, se tornou um dos mais tradicionais da região por sua fórmula que mistura entretenimento popular, cultura e economia local. Com shows de artistas nacionais como Amado Batista, João Neto & Frederico e Calcinha Preta, a festa promete atrair milhares de pessoas.

O segredo do evento, no entanto, está em sua capacidade de ir além do espetáculo. Além dos nomes conhecidos, a Expo Agro 2025 valoriza os talentos da terra. Artistas locais e regionais, como Roger Zann e Fabrício & Cia, terão espaço na programação, assim como apresentações de capoeira, jongo e folia de reis. Essa mistura de ritmos e tradições reforça o vínculo da população com suas raízes, em um verdadeiro mosaico da cultura mateense.

A festa, que é gratuita, é um evento de entretenimento, mas também é um motor econômico. O tradicional rodeio show, o parque de diversões e, principalmente, a feira agropecuária, que expõe produtos e serviços da região, movem a economia local. Segundo a organização, a intenção é “fortalecer o setor que move a economia local”.

A Expo Agro 2025 é um exemplo de como os eventos do interior podem servir a múltiplos propósitos: celebrar a história da cidade, oferecer lazer para toda a família e impulsionar o comércio. O evento é um convite para que a população celebre, mas também para que se conecte com a história e a cultura da cidade.

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Teixeira de Freitas: Pavimentação avança no bairro Ulisses Guimarães

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A pavimentação do bairro Ulisses Guimarães, em Teixeira de Freitas, está em uma fase crucial que o olho comum não percebe. As ruas que recebem a obra agora passam pela chamada “imprimação”, um processo técnico essencial que, segundo a prefeitura local, garante a qualidade e a durabilidade das novas vias. A etapa, que consiste na aplicação de uma emulsão asfáltica, prepara o solo para receber a camada final de asfalto.

Em outras palavras, o procedimento cria uma base sólida e impermeável, evitando infiltrações e protegendo a estrutura da rua. É a fase que prepara o terreno para um asfalto mais resistente, que não se desgasta rapidamente. Para a prefeitura, o avanço da obra reforça o compromisso de “oferecer mais conforto, segurança e qualidade de vida à população teixeirense”.

Embora os detalhes técnicos da obra possam parecer burocráticos, a pavimentação de ruas é uma das melhorias mais aguardadas pela população. A promessa de mais conforto e segurança ganha um peso diferente para quem lida diariamente com a poeira e a lama de vias sem asfalto. A conclusão da obra no bairro Ulisses Guimarães representa um alívio para os moradores, que há anos aguardam por melhorias na infraestrutura local.

O investimento em infraestrutura como a pavimentação é uma ação estratégica para o desenvolvimento urbano, mas a sua eficácia depende da execução correta, passo a passo, como a imprimação que está sendo feita. A obra, no entanto, é apenas uma parte de um desafio maior: garantir que todas as comunidades de Teixeira de Freitas tenham acesso à infraestrutura básica.

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Alcobaça: Exposição movimenta a Casa da Cultura e promove a cadeia produtiva cultural

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Em uma era de globalização, uma pequena cidade do extremo sul baiano aposta na arte para reforçar sua identidade. Alcobaça iniciou, na última sexta-feira (12), a 2ª Exposição Cultural, um evento que, segundo a prefeitura, tem como objetivo valorizar o patrimônio local e dar visibilidade aos talentos da cidade. A programação, que acontece na Casa da Cultura até 19 de setembro, oferece uma semana inteira de manifestações artísticas.

A exposição não se limita a um único segmento. Ela reúne música, artes plásticas, literatura, artesanato e gastronomia típica, criando um verdadeiro mosaico da cultura alcobacense. Para a coordenação do evento, a exposição é um “espaço para que nossa cultura seja vivida, reconhecida e celebrada”.

A iniciativa é um lembrete de que a cultura de um lugar vai além de sua história. Ela é viva, está nas mãos dos artistas e na memória de uma comunidade. O resgate e a valorização da identidade local são essenciais para evitar que a cultura seja apagada pelo tempo ou pela falta de incentivo. A exposição é um sinal de que Alcobaça está ciente dessa responsabilidade.

O evento já se consolida como um dos principais encontros de arte da região, mas o seu impacto a longo prazo ainda é incerto. O desafio é transformar o sucesso da exposição em uma política pública contínua de apoio aos artistas locais. É preciso que a cultura seja valorizada não apenas em eventos pontuais, mas que se torne um pilar da gestão municipal.

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