
Bahia registra crescimento recorde na mineração em 2025
A mineração baiana alcançou um patamar inédito no primeiro semestre de 2025. Com uma Produção Mineral Baiana Comercializada (PMBC) de R$ 6,7 bilhões, o setor registrou o maior valor dos últimos três anos. Este resultado expressivo representa um crescimento de 31% em relação ao mesmo período de 2024 e de 27,6% na comparação com 2023, consolidando a mineração baiana como uma força vital na economia do estado.
O desempenho notável é reflexo da intensificação das exportações, que totalizaram US$ 754,48 milhões no semestre. O ouro, em particular, se destacou como o principal motor desse crescimento, gerando US$ 444,81 milhões em movimentação, um aumento de 36% sobre 2024. Outros minerais como níquel, cobre, magnesita e vanádio também contribuíram significativamente para o saldo positivo das exportações.
O secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Angelo Almeida, ressalta a importância da atividade: “O setor tem apresentado um desempenho consistente, tanto em termos de produção quanto na geração de empregos. Esse crescimento reflete o esforço do Governo da Bahia em criar um ambiente de negócios favorável.” A política de incentivos e segurança jurídica tem sido crucial para a atração de investimentos, que se traduzem em mais oportunidades.
O impacto positivo se estende ao mercado de trabalho. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) registrou 16.191 postos de trabalho em maio de 2025, um aumento contínuo em relação aos anos anteriores. Esse crescimento do emprego formal reforça a importância estratégica da atividade mineral para o desenvolvimento, especialmente nas regiões do interior do estado.
Em meio a esse cenário de crescimento, a arrecadação de impostos também se fortalece. A Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) gerou R$ 18,5 milhões em junho, com a maior parte dos recursos sendo destinada aos municípios produtores e impactados pela atividade. Esse recurso é fundamental para o desenvolvimento local. A mineração baiana, portanto, não se resume a números de produção, mas é um motor de desenvolvimento regional, gerando empregos e arrecadação que se distribuem pelo estado. A continuidade desse crescimento sustentável dependerá da manutenção de políticas públicas que equilibrem a exploração econômica com a responsabilidade ambiental e social.
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