
Mucuri: Suspeita de envenenamento em agência do Bradesco de Itabatã ainda é tratado como possível intoxicação alimentar, mas gera alerta de segurança
Recebemos uma informação que na manhã da quarta-feira, 29 de outubro, há cerca de 16 dias, a rotina da agência do Banco Bradesco, no distrito de Itabatã, em Mucuri (BA), foi abruptamente interrompida.
Entre atendimentos e conversas de corredor, o tradicional cafezinho — parte do ritual diário da equipe — parecia anunciar um dia comum. Minutos depois, o que se seguiu foi uma sequência de servidores passando mal. Entre os casos mais graves, estavam dois gerentes da agência, que receberam atendimento imediato e permaneceram sob observação médica no Hospital Paineiras, e outros dois funcionários terceirizados que foram atendidos pelo Hospital São José.
Até o momento, não há divulgação sobre a substância responsável pelos sintomas, nem laudo conclusivo foi divulgado. Conforme apurado, o café consumido pelos funcionários foi preparado horas antes do expediente. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as causas do episódio e está investigando todas as possibilidades, incluindo intoxicação acidental e outras situações ainda sob análise, sem descartar nenhuma hipótese, mas sem confirmar nenhuma delas até agora.
O delegado responsável pela investigação, Daniel Souza, determinou que amostras da bebida fossem coletadas e estão em análise laboratorial, ressaltando que o processo segue sob sigilo e que novas informações serão divulgadas somente com base em resultados técnicos. A agência é um ponto estratégico para os pagamentos dos funcionários da Suzano Papel e Celulose, suas terceirizadas e servidores da Prefeitura local. Por isso, o caso ganhou atenção especial, dado o impacto potencial para a região e suas instituições.
Nos últimos meses, a região tem apresentado aumento em atividades criminosas e conflitos territoriais, o que reforça a necessidade de rígidos protocolos de segurança em instituições econômicas importantes, embora não exista, até o momento, ligação oficial entre o episódio na agência e essas ocorrências.
Especialistas consultados explicam que os sintomas relatados são compatíveis com a exposição a substâncias que atuam no sistema nervoso central, podendo ter origem diversas, desde contaminação alimentar até a ingestão acidental de sedativos. Ressaltam, no entanto, que somente análises laboratoriais poderão esclarecer a causa exata. A direção do banco não se pronunciou oficialmente até o momento, e os funcionários preferem manter silêncio sobre o caso, à espera do desfecho das investigações.
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