
Suzano fatura R$ 5 bi em 3 meses: O até dólar caiu, mas a ‘fábrica de dinheiro’ da celulose não parou
Enquanto muitos setores da economia ainda patinam, a Suzano, maior produtora de celulose do mundo, transformou o segundo trimestre de 2025 em um verdadeiro “caixa 2.0”: lucro líquido de R$ 5 bilhões, mesmo com o dólar mais fraco e preços em queda. O segredo? Uma combinação de astúcia financeira, vendas recordes e um acordo florestal bilionário que promete cortar custos no futuro.
A valorização do real frente ao dólar (queda de 5% no trimestre) poderia ter sido um problema, mas a Suzano surfou na onda com resultado financeiro positivo de R$ 4,42 bilhões – um alívio após o prejuízo de R$ 11,07 bi no mesmo período de 2024. Operações com derivativos e ganhos cambiais contribuíram com quase R$ 6 bilhões, compensando a queda de 20% no preço da celulose no mercado internacional.
Vendas em alta: A empresa vendeu 3,27 milhões de toneladas de celulose (+28%) e 235 mil toneladas de papel (+24%); Dívida controlada: Caiu para R$ 70,8 bilhões, com alavancagem em 3,1x (medida em dólar); Investimento estratégico: Acordo com a Eldorado Brasil garante 18 milhões de m³ de madeira até 2027, reduzindo custos de produção.
O plano de investimentos foi revisado para R$ 13,3 bilhões em 2025, incluindo um pagamento de R$ 1,32 bi à Eldorado. A estratégia? “Plantar hoje para colher amanhã”: a Suzano troca madeira imatura por árvores prontas para colheita, otimizando operações no Mato Grosso do Sul.
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