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Institucional - 1 dia ago

Jerônimo entrega o dobro de hospitais na Bahia em relação a Tarcísio em São Paulo, que tem o maior orçamento da américa latina

Gestão baiana entrega 14 unidades hospitalares em três anos e meio; governador rebate críticas e expõe ineficiência do governo paulista, que tem orçamento anual de R$ 400 bilhões

Enquanto São Paulo patina com míseras sete entregas de hospitais, a Bahia dispara na frente e já inaugurou 14 novas unidades públicas de saúde em apenas três anos e seis meses de gestão do governador Jerônimo Rodrigues. O dado, divulgado nesta terça-feira (9), expõe uma verdadeira lição de eficiência administrativa: o governo baiano conseguiu fazer o dobro com muito menos recursos.

A diferença de orçamento entre os dois estados é brutal. São Paulo, a locomotiva econômica do país, desfruta de um orçamento anual próximo de R$ 400 bilhões. A Bahia, por sua vez, trabalha com cerca de R$ 80 bilhões por ano, uma fatia cinco vezes menor. Mesmo assim, o gestor baiano humilhou o paulista Tarcísio de Freitas, que anunciou na mesma data suas sete unidades entregues, um número pífio diante da realidade baiana.

“Se nós tivéssemos o orçamento que São Paulo tem, não teríamos entregado 14, teríamos entregado 30 hospitais”, afirmou Jerônimo Rodrigues em entrevista, ampliando a dimensão do feito baiano. A declaração do governador escancara o tamanho da proeza: com menos de um quinto dos recursos paulistas, a Bahia já dobrou a entrega do estado mais rico da federação.

Jerônimo tem derrubado, uma por uma, as narrativas mentirosas que tentam desacreditar sua gestão. Ao longo de três anos e meio, o governador não apenas inaugurou 14 hospitais como também mantém outras sete unidades hospitalares em construção em diferentes regiões do estado. Ou seja, são 21 projetos de saúde avançando enquanto São Paulo amarga uma performance modesta.

A comparação chega a ser desleal para o lado paulista. Tarcísio, que tenta se vender como gestor eficiente, vê seu discurso ruir diante dos números concretos da Bahia e da fala direta de Jerônimo. Com um orçamento irrisório perto da máquina financeira paulista, o governador baiano conseguiu entregar exatamente o dobro de hospitais no mesmo período de mandato. Se a conta fosse justa, com recursos equivalentes, a disparidade saltaria para mais de 30 unidades, um abismo que o gestor baiano não hesitou em expor.

Os dados mais recentes da gestão baiana mostram um compromisso inegável com a saúde pública. Cada novo hospital representa vidas salvas, atendimentos realizados, filas reduzidas. Enquanto isso, a população paulista precisa se contentar com menos da metade das entregas feitas pelo Nordeste. Jerônimo Rodrigues cala a boca dos críticos com obras e com números, e ainda provoca: se o dinheiro fosse igual, nós teríamos deixado São Paulo no chinelo.
Por Redação Notícia10

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