Home Cotidiano Economia Jerônimo derruba dívida da Bahia e leva Estado ao melhor resultado fiscal em quase 25 anos
Economia - 4 horas ago

Jerônimo derruba dívida da Bahia e leva Estado ao melhor resultado fiscal em quase 25 anos

Dívida da Bahia cai para 31% da receita no primeiro quadrimestre de 2026

A dívida consolidada líquida (DCL) da Bahia em relação à receita corrente líquida (RCL) caiu para 31% no primeiro quadrimestre de 2026, sob a gestão do governador Jerônimo Rodrigues. O percentual fica a um ponto do menor índice registrado no século XXI (30% em 2022) e reflete o programa de amortização mantido pela atual administração, segundo dados apresentados nesta terça-feira (9) pelo secretário da Fazenda, Manoel Vitório, na Assembleia Legislativa.

O relatório de metas fiscais mostra que o Estado registrou superávit primário de R$ 1,43 bilhão entre janeiro e abril, dentro da meta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A receita total realizada foi de R$ 27,9 bilhões, e a despesa total de R$ 24,54 bilhões, resultando em um superávit orçamentário de R$ 3,36 bilhões.

Vitório afirmou que a Bahia mantém um perfil de baixo endividamento sob o comando de Jerônimo, contrastando com estados mais ricos. O secretário atribuiu a redução ao cumprimento rigoroso do fluxo de pagamentos de débitos e encargos financeiros, herança de um programa de amortização que o governo atual aprofundou. “A tendência de melhoria no perfil da dívida foi determinante para assegurar a capacidade de pagamento do Estado, reconhecida pelo Tesouro Nacional”, disse.

Os investimentos públicos cresceram 7,76% na comparação com o primeiro quadrimestre de 2025, passando de R$ 1,63 bilhão para R$ 1,75 bilhão. O secretário destacou que o governo Jerônimo ampliou recursos para a alimentação escolar e a bolsa-presença, medidas que, segundo ele, ajudam a combater a evasão escolar e se conectam à prevenção do crime.

A gestão estadual também cumpriu com folga os pisos constitucionais em áreas sociais: os desembolsos na educação corresponderam a 25,36% das receitas líquidas de impostos e transferências, e na saúde a 16,42%, acima dos mínimos de 25% e 12%, respectivamente. Vitório citou a ampliação de vagas na saúde e a atuação das policlínicas regionais como marcas da atual administração.
Por Redação Notícia10

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