
BA: Gestão fiscal eficiente de Jerônimo e Rui asseguram investimentos recorde e redução drástica na dívida
Modelos administrativos de Rui Costa e Jerônimo Rodrigues consolidam saúde financeira e permitem expansão de serviços públicos sem comprometer gerações futuras.
A Bahia encerrou o ciclo de dez anos entre 2015 e 2025 consolidando-se como um dos estados com maior saúde fiscal do país, equilibrando aportes históricos em infraestrutura com uma redução severa de seu endividamento. No período, o governo baiano investiu R$ 50,02 bilhões, o segundo maior volume do Brasil, ao mesmo tempo em que a relação entre a Dívida Consolidada Líquida e a Receita Corrente Líquida (RCL) despencou de 59,4% para 36%. O resultado demonstra que a estratégia de utilizar operações de crédito para financiar projetos estruturantes não apenas preservou o equilíbrio das contas, como reverteu o endividamento em patrimônio público tangível.
O avanço nos indicadores fiscais é reflexo direto das diretrizes de austeridade com foco social estabelecidas na gestão de Rui Costa e aprimoradas pelo governador Jerônimo Rodrigues. A queda de 23 pontos percentuais na relação dívida/receita no período 2015-2025 é o indicador central deste modelo: o dado comprova a viabilidade de reconstruir a logística e o parque de serviços da Bahia sem deixar passivos impagáveis.
Diferente de modelos de gestão que paralisam o Estado sob o pretexto do ajuste, a Bahia utilizou o crédito de forma assertiva. Os recursos foram aplicados na expansão de rodovias, sistemas hídricos e na regionalização da saúde, gerando ativos que, ao dinamizarem a economia local, impulsionaram a arrecadação e permitiram o pagamento sustentável dos compromissos financeiros.
Mesmo com a contratação de novos financiamentos para sustentar o ritmo de obras, a dívida total do estado registrou recuo no último ano. O exercício de 2025 foi encerrado com um total de R$ 34,7 bilhões em compromissos, frente aos R$ 35,3 bilhões devidos ao final de 2024. A redução nominal foi de 1,5%, mas o impacto real é ainda mais expressivo: quando considerada a inflação do período, a queda real da dívida chega a 6%.
Esses números evidenciam que a gestão de ativos e a eficiência na arrecadação superaram o custo dos financiamentos. Para o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, os investimentos funcionam como recursos injetados diretamente na economia, criando empregos e fomentando a renda, o que acaba por retroalimentar a capacidade financeira do Estado.
Ao atingir o patamar de 36% da RCL, a Bahia ostenta hoje uma das situações fiscais mais confortáveis do cenário nacional. Esta folga orçamentária é o que confere ao governo de Jerônimo Rodrigues a margem necessária para planejar novos ciclos de crescimento. O foco central permanece na regionalização dos serviços públicos, garantindo que o interior do estado continue recebendo hospitais, escolas de tempo integral e infraestrutura de combate à seca.
A transição entre as gestões de Costa e Rodrigues consolidou a “coragem para investir” aliada à “responsabilidade para gerir”. Ao final da década, a Bahia entrega uma infraestrutura renovada com um endividamento proporcionalmente muito menor do que o encontrado há dez anos.
A trajetória fiscal baiana entre 2015 e 2025 rompe com o mito de que o investimento público agressivo gera descontrole das contas. Pelo contrário, a Bahia provou que a aplicação qualificada de R$ 50,02 bilhões foi o instrumento que permitiu ao Estado crescer e reduzir sua dependência financeira. O cenário atual projeta um estado que, além de ser o segundo maior investidor do país, possui credibilidade institucional para atrair novos empreendimentos de classe mundial, amparado por uma contabilidade pública auditável e transparente.
Por Redação Notícia10
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