
ES: Chuvas de abril animam produtores com perspectiva de safra de café 2025/26
As chuvas registradas em abril em regiões produtoras de café arábica trouxeram alívio aos produtores, especialmente para a safra 2025/26, segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). As precipitações, aliadas a temperaturas amenas, ajudaram no desenvolvimento final dos grãos e na recuperação de lavouras de sequeiro, que dependem exclusivamente da umidade natural. Apesar de a colheita ainda não ter iniciado na maioria das áreas, os pesquisadores destacam que o cenário atual é promissor, embora a irregularidade na maturação dos frutos mantenha dúvidas sobre a qualidade da bebida.
Agentes do campo relatam que, em regiões como Franca (SP), alguns produtores já realizam a catação em lavouras precoces. No entanto, a maior parte dos cafezais ainda aguarda a completa formação dos grãos. A preocupação com os impactos climáticos persiste, já que eventos como secas ou geadas no decorrer do ano podem afetar negativamente o rendimento e a uniformidade da safra. “A recuperação hídrica é positiva, mas a vigilância contínua é essencial para mitigar riscos”, afirma o Cepea, reforçando a importância de monitoramento climático.
Embora a safra 2025/26 ainda seja incerta, as condições atuais abrem espaço para otimismo quanto à safra seguinte, 2026/27. Pesquisadores indicam que a florada, prevista para setembro de 2025, será crucial para definir o potencial produtivo. Com o aumento da umidade e o fortalecimento das plantas, a expectativa é de que os cafezais estejam mais resistentes a futuras adversidades climáticas. A combinação de gestão técnica e condições naturais favoráveis pode consolidar o Brasil como líder global na produção de café arábica de alta qualidade, mesmo diante dos desafios do clima.
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