
Jero é barril dobrado! É o governador que mais investiu na no Estado e ainda vem reduzindo a dívida da Bahia
Média anual de R$ 8 bilhões em obras supera governos anteriores enquanto estado alcança menor patamar de endividamento da década.
O governo de Jerônimo Rodrigues alcançou a marca de R$ 24,04 bilhões investidos na Bahia entre 2023 e 2025, estabelecendo a maior média anual de aportes das últimas décadas. De acordo com levantamento da Secretaria da Fazenda (Sefaz-Ba), o montante de R$ 8 bilhões por ano supera gestões passadas mesmo com a atualização monetária dos valores históricos. Paralelamente à expansão das obras, o estado registrou uma trajetória de queda no endividamento, encerrando o exercício de 2025 com uma relação entre dívida e receita de 37%, o nível mais baixo desde 2015.
A aceleração do ritmo de investimentos ocorre em um cenário de rigor fiscal que permitiu ao estado ocupar, de forma inédita, o primeiro lugar em volume de recursos aplicados no país durante os primeiros oito meses de 2025. O desempenho coloca a Bahia como a segunda maior investidora do Brasil em termos absolutos, atrás apenas de São Paulo, que possui um orçamento cinco vezes superior. O esforço financeiro atual é comparado ao volume total da última década (2015-2025), que somou R$ 50,01 bilhões, evidenciando que quase metade desse valor foi executado apenas nos últimos três anos.
A estratégia de elevar os gastos públicos foca na capilaridade de serviços e na modernização da infraestrutura, com reflexos diretos na geração de empregos e na atratividade econômica. Os recursos viabilizam uma rede de novos hospitais, policlínicas, escolas de tempo integral e sistemas de combate aos efeitos da seca no interior. Ao priorizar o uso de recursos próprios do caixa estadual — responsáveis por R$ 18,97 bilhões do total investido —, o governo reduz a dependência de empréstimos e fortalece a autonomia administrativa do estado.
“A atual gestão já tinha estabelecido um recorde de investimentos para os primeiros dois anos e continua a atuar fortemente para melhorar as condições de vida da população. Esse esforço é materializado por meio de uma rede crescente de hospitais, escolas e infraestrutura”, afirma o secretário da Fazenda, Manoel Vitório.
A redução da dívida, que recuou de 59,4% em 2015 para os atuais 37% em 2025, abre margem para que o estado mantenha a estabilidade financeira mesmo com novas contratações de crédito. Somente em 2025, a Bahia amortizou R$ 1,96 bilhão em precatórios e compromissos com instituições financeiras, resultando em uma queda real de 6% no estoque da dívida quando considerada a inflação. O cumprimento rigoroso da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) projeta um cenário de continuidade para os projetos de mobilidade e urbanização em andamento.
O balanço do triênio consolida um modelo de gestão que combina o maior volume de entregas físicas da história recente da Bahia com o saneamento das contas públicas. Com a dívida consolidada em R$ 34,7 bilhões e a maioria dos investimentos bancada por recursos do Tesouro Estadual, o governo encerra 2025 com capacidade financeira para sustentar o cronograma de obras e atrair novos parceiros para a economia verde e infraestrutura.
Por Redação Notícia10
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