Home Cotidiano Economia Brasil bate de frente com gigantes e vira nº1 do mundo: Lula acerta de novo, mercado global se rende e Ibovespa lidera ranking mundial
Economia - 3 dias ago

Brasil bate de frente com gigantes e vira nº1 do mundo: Lula acerta de novo, mercado global se rende e Ibovespa lidera ranking mundial

Com alta de até 45% em dólar, o Ibovespa deixa potências para trás e, sob Luiz Inácio Lula da Silva, atrai uma avalanche de capital estrangeiro.

O mercado acionário brasileiro encerrou 2025 entre os destaques globais. Levantamentos de instituições financeiras e consultorias internacionais apontam que o Ibovespa acumulou valorização próxima de 40% a 45% em dólar ao longo do ano, desempenho que o posiciona entre os melhores índices do mundo, superando outros mercados emergentes relevantes.

Dados compilados por relatórios de bancos como Goldman Sachs e Morgan Stanley indicam que o movimento foi sustentado, principalmente, pelo retorno do capital estrangeiro à bolsa brasileira. Segundo a B3, o fluxo líquido de investidores internacionais foi positivo em diversos meses de 2025, refletindo uma combinação de fatores internos e externos favoráveis — entre eles, decisões adotadas na condução econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para analistas, parte relevante desse desempenho está associada ao diferencial de juros do Brasil em relação a economias desenvolvidas. Mesmo com o início de um ciclo gradual de queda da taxa Selic, o país manteve juros reais elevados ao longo do período, o que favoreceu operações de carry trade e aumentou a demanda por ativos locais.

Relatórios de mercado, como os do Itaú BBA, indicam que o ambiente de retorno elevado, combinado a ativos ainda considerados descontados, ajudou a reposicionar o Brasil no radar global. Nesse contexto, a condução da política econômica sob a gestão Lula buscou equilibrar estímulos ao crescimento com sinalizações de responsabilidade fiscal — fator observado de perto por investidores.
Além disso, o comportamento do câmbio ao longo do ano potencializou os ganhos para investidores internacionais, ampliando o retorno quando convertido em dólar.

No plano doméstico, a implementação do novo arcabouço fiscal — uma das principais agendas econômicas do atual governo — foi interpretada por parte do mercado como um esforço de reorganização das contas públicas. Embora haja divergências sobre sua eficácia no longo prazo, o modelo contribuiu para reduzir incertezas imediatas sobre a trajetória da dívida.

Relatório da XP Investimentos aponta que “a previsibilidade mínima sobre regras fiscais, mesmo com limitações, foi suficiente para reduzir prêmios de risco no curto prazo”. Outro fator observado ao longo da gestão foi a redução de episódios de forte tensão institucional em comparação a períodos anteriores, o que ajudou a conter a volatilidade e melhorar a percepção de estabilidade política — variável historicamente sensível para o investidor estrangeiro.

Especialistas destacam que o desempenho da bolsa brasileira não pode ser explicado apenas por fatores internos. O ciclo positivo de commodities, especialmente minério de ferro e petróleo, beneficiou empresas com grande peso no Ibovespa, como Vale e Petrobras. Ao mesmo tempo, o ambiente internacional contribuiu. A sinalização de cortes de juros por parte do Federal Reserve nos Estados Unidos ao longo de 2025 reduziu a pressão sobre mercados emergentes e estimulou a realocação de capital para países com maior potencial de retorno — entre eles, o Brasil.

Apesar do desempenho expressivo, analistas evitam tratar o movimento como garantido para os próximos anos. Entre os principais pontos de atenção estão:
• a sustentabilidade do equilíbrio fiscal no médio prazo
• o impacto de juros ainda elevados sobre a atividade econômica
• a dependência do Brasil em relação ao ciclo global de commodities
• e eventuais mudanças no cenário internacional de liquidez

“A bolsa brasileira ainda negocia com desconto em relação a pares internacionais, mas esse prêmio depende diretamente da confiança na condução fiscal e no ambiente institucional”, observa análise do Bradesco BBI. O consenso entre economistas é que o desempenho recente reposiciona o Brasil no radar global. O fechamento dos indicadores de 2025 e o início de 2026 confirmam o reposicionamento do Brasil como protagonista no cenário econômico mundial. A combinação entre articulação política eficiente e diretrizes econômicas claras estabeleceu as condições para que o país superasse os principais índices globais.
Por redação notícia 10

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